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Sobre Antonio Miranda
 
 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

CARMELA ELVIRA BAIOCCHI DE CARVALHO

Nasci em Goiânia (GO) e vivo em Brasília desde 1967.
Tornei-me graminha de raiz aos 11 anos. Do cerrado goiano às maravilhas da nova Capital. Sou poeta e professora aposentada. Publiquei sinais de alentos (picto de poemas) pela Ave Comunicação e Editora, em2016.
Estudei na Escola Parque, no Elefante Branco, cursei Pedagogia na Universidade de Brasília (UnB).
Sou artista plástica e Arte Terapeuta. Fiz ateliê de Criação com Mirtes Matos. Expus na galeria da Caixa, entre outras. Da amostragem pública da minha arte, meu trabalho ganhou comentários que eu considero verdadeiros incentivos, publicados no meu livro de poesia, que também ilustrei. Minha amiga Maria Marileide Negreiros, viu no meu livro de poesia ilustrada por mim”... palavras que brotam, dançam e encantam estimuladas pelas pinceladas...
Roberto Crema destaca no meu livro “(...) um belo artesanato de pinturas e de poemas...”  E Wagner Barja chama atenção para “O simbolismo dos versos comovem em doses homeopáticas, com o auxílio virtuoso das imagens...”
A todos, gratidão pela bondade infinita no amor.
 

 

COLETIVO DE POETAS  trinta e cinco, a história é o povo em movimento  lembra? /Organizado por Menezes e
Moraes. Brasília: ACE, 2025.   200 p.
ISBN 978-65-87325-16-3   
 


POR MOTIVOS ÓBVIOS

numa ordem coerente
dos homens
fragmentam-se os poemas
eu componho o intuitivo
encontro-me de espanto
com qualquer ruído

cultivo de algum modo
o inexplicável
digo-me um ritmo
para além do além
do clamor bruto

nomeiam-se as imagens
difama-se a arte
recompensa desvairada
do estético
sobra para poesia
denotar força


POESIA É CONTAR

do sofrimento da gente
encher o balde de roupa suja           
torcer os dedos para passar o dia
virar a camisa do avesso
andar em círculo
encolher seu corpo pra chorar


não se lembrar mais
de nenhuma estória
nenhum clamor
temer o mistério
esquecer do tempo perdido
iludir as palavras


VIVO EU APENAS DE POEMAS PARA O AR

entrego-me a ir e vir
respondo bem as regras gramaticais
e aos sermões bíblicos
não importa me ofereço ao calor
e na noite contemplo anjos
orientando minha alma
na escuridão próxima de cães famintos
de visões sóbrias
de gotas de silêncio
anseio o dia involuntário

quer saber? na estranheza de uma prisioneira
chorar não faz mal
fiel nas imitações das letras
embaralhando palavras
necessariamente as envelheço.


*
VEJA e LEIA  outros poetas de GOIÁS em nosso Portal:
https://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/goias/goias.html
Página publicada em abril de 2026.


 

 

 
 
 
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